O cenário brasileiro do seguro de pessoas



O mercado de seguros de pessoas no Brasil fatura quase R$ 40 bilhões por ano, sem considerar os produtos VGBL.

Em termos aproximados, isso daria de US$ 10 a 12 bilhões por ano.

Os seus principais produtos são Vida em Grupo, Prestamista, Vida Individual e Acidentes Pessoais.

Em relação a esses números, cinco aspectos podem ser ressaltados:

  • Nos últimos anos, a evolução do faturamento do segmento de pessoas superou o de muitos ramos elementares (inclusive do Seguro Auto).
  • Na prática, parte dos Seguros do tipo vida em grupo é vendida como se fosse do tipo individual. Estimativas iniciais indicam que esse número pode chegar à metade do que é oficialmente registrado no ramo. Ou seja, o faturamento do Seguro de Vida Individual seria maior do que o valor anunciado oficialmente pelas estatísticas
    oficiais.
  • Uma parte importante do aumento no ramo de pessoas pode ser creditada ao desenvolvimento do Seguro Prestamista, motivado pelo crescimento da busca por crédito pessoal para o consumidor, usado na compra de bens.
  • Apesar de vermos melhoras, o segmento de vida no Brasil ainda é muito limitado aos seguros corporativos. Esse é um desafio para o setor e para você, corretor. Existem estudos que mostram que nem 10% da população brasileira compraria diretamente esse produto.
  • Apenas como referência, nos EUA, o faturamento de Seguro de Vida, somente para esse produto, é de aproximadamente de US$ 170 bilhões, de 15 a 20 vezes o tamanho do mercado brasileiro. Essa baixa penetração do Seguro de Vida Individual no país é uma boa oportunidade para todos os agentes envolvidos nesse mercado.

Para os próximos anos, temos motivos para acreditar que a taxa de crescimento do Seguro de Pessoas deve aumentar.

Diversos fatores podem ser citados para essa previsão. O primeiro é o próprio comportamento da economia brasileira, que sinaliza recuperação.

Além disso, vemos o surgimento de novos produtos nesse setor de seguros, alinhados com as tendências internacionais, aumentando as opções para o consumidor nacional.

Por último, fatores demográficos favorecem o segmento de benefícios.

 

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Fonte da notícia em Conexão Liberty

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